A Propaganda nas ferramentas hipermidiáticas











Oi!!

 

Hoje eu estou aqui para falar da nova propaganda que está sendo veiculada na TV para divulgar os novos sabores- salsa e cebola e bacon- do biscoito Club Social.

 

A propaganda começa com o menino que representa o Club Social integral andando pelo quarto só com uma toalha amarrada na sua cintura, andando em direção ao seu closet (armário)- com uma música bem alegre tocando ao fundo- ao abrir o seu armário, vemos que há várias cabeças e pedaços de “corpo” (tronco e pernas) a sua disposição para que ele as escolha- a música começa a ficar mais baixa e o locutor, de voz-off, começa a narrar o texto- enquanto esse narrador vai falando o “menino Club Social” vai mudando de aspecto, vai colocando a roupa tal com tal cabeça ou tal perna – como aparece no comercial – Club Social sabor Pizza com a cabeça do ruivinho de cabelo cacheado; logo depois vem o menino de óculos com o Club Social sabor Bacon; que se desfaz inteirinho até aparecer o Club Social Integral, representado pela cabeça do menino de dreads; que é rapidamente substituído pelo japinha que representa o Club Social sabor Salsa e Cebola; terminando com a escolha da cabeça do menino loiro que nos remete ao Club Social sabor Queijo. Este ultimo sai de casa e começa a andar pela rua- nisso a música fica alta novamente.

 

No final do comercial mostra a bolacha Club Social sendo partida e sendo colocada na boca de uma mulher que a come – seguindo o seguinte texto: “Gostoso, Crocante, Salgadinho”- logo após aparece todos os sabores que existem de Club social que são vistos pelos meninos antes representados. O texto final da ênfase aos dois novos sabores, pedindo para que o consumidor experimente-os, terminando com a, já famosa, frase do slogan: “INCONFUDÍVEL!!”

 



 

 Oi!!

 Hoje estou aqui para falar sobre o texto “Vivemos em plena Era da Exposição” que meu professor pediu para que lêssemos.  O texto fala basicamente sobre a transição da era da imagem para a era da exposição, ou seja, “Foi a era da imagem que ressaltou uma valorização para a forma e o design. O metal e a madeira deram lugar ao plástico, material mais prático para modelar e criar produtos com design diferenciado.” Com isso alguns aparelhos, como o computador e a geladeira, são vendidos a um preço mais caro no mercado- se estiverem na cor preta- justamente por causa de seu design, fazendo com que a estética seja sempre valorizada.

 

Logo depois o texto fala que essa valorização da estética ocorre também nos meios de comunicação através da: “iluminação do cenário, a aparência dos atores, a edição das cenas e etc.” Isso também acabou de desenvolvendo na internet, pois em, 1995, com o início das operações comerciais no Brasil, as pessoas passaram a receber e enviar informações pela criação de uma “home Page pessoal”, logo depois o blog foi inventado e muitas pessoas deixaram de usar as suas home pages para começarem a escrever –diariamente- em seus blogs. A partir daí, mais exatamente em 2004, começaram a ficar em ascensão as redes sociais como o Orkut, o Facebook, o Myspace, o Twitter e etc. que tinham como principal objetivo montar um perfil, que fornecesse o maior número de informações pessoais que a pessoa considerar adequado.

 

 

Como diz o autor – professor Eric Eroi Messa- do texto: “Chegamos então ao auge dessa exposição virtual. Hoje é possível manter gratuitamente na internet um site particular, um blog, e um perfil em alguma rede social. Se antes os meios de comunicação não forneciam um a forma para o receptor expressar a sua opinião, hoje qualquer um pode captar esses dados espalhados pela internet e conhecer seus gostos, preferências, idade, região onde mora, etc. O limite entre o público e o provado mudou. O que antes eram informações compartilhadas apenas entre os amigos mais próximos, hoje está publicado no perfil do Orkut. Há uma tendência clara para a auto-exposição.” E essa auto-exposição não se restringe só ao campo da internet, a vemos também na televisão (em programas como o big brother) e na própria publicidade (em promoções que fazem o consumidor interagir com a marca). Com isso podemos concluir que não basta apenas mostrar o produto, é preciso que o consumidor interaja com ele, participar do processo, para assim deixar a sua marca na cabeça do consumidor.



Oi!!

Hoje irei falar de uma propaganda institucional da Natura, que esse ano completou 40 anos de vida! Essa propaganda criada pela agência Taterka, teve a primeira divulgação nesse domingo (04/09), em um dos intervalos do programa do Fantástico exibido na Rede Globo, com 60 minutos de duração(essa propaganda não será encurtada até o dia 10) e também nas revistas que os revendedores utilizam para vender os produtos. A propaganda mostra um dos fundadores que hoje pertence ao conselho administrativo da empresa Luiz Seabra lê o manifesto ” Obrigado”. A ideia desse comercial institucional era agradecer a todos os funcionários,colaboradores,fornecedores,revendedores,clientes,colaboradores e até mesmo as comunidades onde eles atuam ( extração de matéria prima e a ajuda que mantêm a essas populações).

Eles querem agradecer a todos por mostrar o quanto estão cientes da responsabilidade de todos, e de todas as conquistas, a propaganda mostra várias pessoas com os seus respectivos nomes e funções que cada um exerce sorrindo ao ouvir os agradecimentos da empresa. E ela termina mostrando o obrigada escrito de uma maneira diferente ,ao invés de estar escrito OBRIGADA, aparece dessa maneira a palavra:” OBRIG40DO”.

Estou  postando essa propaganda no meu blog, pois achei-a muito emocionante… Que mais empresas brasileiras agradeçam a todos os profissionais que ajudam e dão o sangue para que essas cresçam cada vez mais!



{07/10/2009}  

Oi!!

 

Essa semana meu professor pediu que lêssemos dois textos- e, obviamente, fizemos uma correlação entre eles- o primeiro se chama “Manifesto Cluetrain” e fala basicamente de 95 teses impactantes sobre com o que as empresas, hoje em dia, deveriam se preocupar em fazer para ampliarem o seu mercado e o que fazer para mudar a sua comunicação. Esse texto é sobre a Web 2.0, além disso, ele foi escrito em 1999 (completando nesse ano, 10 anos de existência) por causa do cenário em que a internet se situava, parecia uma bolha de negócios que não continham fim (o Google estava começando a despontar e as redes sociais com o Youtube e o Orkut, por exemplo, nem existiam ainda).

 

Acontece que esse manifesto é muito atual, pois hoje em dia, os consumidores estão cada vez mais ligados as redes sociais, pois ganharam voz para falar o que pensam de tal produto, idéia, instituição e etc. Muitos ganharam essa “liberdade” escrevendo em blogs, deixando a sua marca ficar conhecida e ser lido por milhares de pessoas que gostam e/ou se interessam pelas suas idéias e assuntos, falados com certa habilidade e reflexão, para Hugh Hewitt-autor de” Blogando Você, seu produto ou sua organização para o mundo” acredita que o texto “que é livre de ódio e obscenidade dificilmente pode ferir”, para o autor” o blog é uma oportunidade quase gratuita de estabelecer e defender uma marca, introduzir novos produtos ou produzir agitação, por um tempo indefinido”, e um exemplo de uma campanha bem sucedida –que se utilizou de blog- foi a da nova loja da Blockbuster X, onde o dono escrevia o que achava sobre o filme que havia entrado na loja naquela semana, comentava sobre sua resenha e assim por diante. A última coisa- que eu considerei como importante aqui- foi à diferença que ele fez entre sites e blogs. Para Hewitt “A diferença fundamental entre sites e blogs é a autenticidade e a credibilidade conquistada. Os sites não irão à parte alguma. Participam da explosão de informação, mas a diferença entre um blog confiável e um site é a mesma entre um anúncio no quarto caderno do jornal local e uma conversa com o editor daquele jornal sobre em que vizinhança comprar ou a que filme assistir”. Portanto comunique-se pela internet! De a sua opinião sobre as coisas!!

 Segue um link abaixo sobre o primeiro texto: http://blog.cdni.com.br/?p=758



Oi!!

 

 Eu estou novamente aqui hoje, porque nessa semana, tive que apresentar um trabalho para a professora Clemara de redação publicitária 2, e não tive tempo para mais nada.

 

 Mas hoje, eu vim falar sobre um viral que acabei lendo no “meio e mensagem” de hoje. Esse viral é da Sony que começa mostrando a cidade de Soundville- nome do próprio comercial, inclusive- uma cidade coberta por montanhas com neve, um ambiente bem frio, onde aparentemente, é bem calma e silenciosa. Mostram habitantes dessa cidade rodeados de alto-falantes que durante o dia tocam uma música bem instrumental e erudita e ao cair da noite a música começa a ficar mias “paulera”, ou melhor, dizendo, passa para um som mais eletrônico, mais jovial, continua a mostrar os indivíduos e animais que ai moram, porém agora, a letra é de um “samba argentino” (fazendo com que a imagem fique mais rápida também), no final da propaganda a música volta a ser erudita e as pessoas são filmadas mais lentas e silenciosas (mostrando crianças andando de bicicletas ou brincando em parques com gangorra e balanças). O anúncio termina com um branqueamento da tela e com o seguinte slogan “Believe in Superior Sound Experiences. Sony Make Believe”- que traduzindo para o português seria mais ou menos assim” Acredite no som que vai até os limites. Sony Fazendo verdades”.

 

Esse viral foi veiculado na Islândia, na cidade de Seydisfjordur e foi uma parceria da Sony com a Fallon, para testar o novo aparelho de som deles. A músicas são, respectivamente, de: Fearless, Mum, Bob Dylan, Toumani Diabate, Roberto Goyeneche, Murcof e Guillemots, além do sambista argentino Fede Cabral .

 

Para saber mais sobre essa campanha, aqui vai o link da notícia , publicada no  MEIO E MENSAGEM ONLINE:

http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Campanha_de_Sony_tem_ate__samba_argentino_



Oi!!

 

 Hoje vim aqui no blog para comentar sobre um artigo que meu professor mandou ler sobre a Comunicação Integrada que se encontra no livro “Onipresente” publicado por Ricardo Cavallini, esse texto fala da Transmídia ou comunicação integrada que é –basicamente- o conceito de gerar experiências com a massa, através de historias que envolve vários tipos de mídia, porque o consumidor está em diferentes meios e muitas vezes ao mesmo tempo Um exemplo visto aqui no texto é do seriado Heroes que “Quem acompanha o seriado e gosta de histórias de amor, pode ler o livro, que conta um dos romances do seriado, que não pode ser explorado com detalhes na televisão. É hiperlink no sentido conceitual, ou seja, atender diferentes demandas e profundidades. Assim como um internauta pode clicar em um link e decidir qual assunto se aprofundar, num site de um produto qualquer, ele pode fazer o mesmo com o seriado Heroes”

 

 

 Além disso, o autor ainda evidência que o que importa é o conteúdo da mensagem e não onde está vai ser veiculada, pois para ele “Escolher onde vai anunciar, seja meio ou veículo, é posterior. Posterior por ser conseqüência da idéia”, pois” A mensagem é a mesma, ela é formada através de ações de diferentes formas, em diversos meios com diferentes conteúdos.” E a mensagem deve sempre atingir a pessoa e não o meio.  

 

 

Um exemplo –com base nesse texto que eu possa dar- é o do próprio T- Móbile que mobilizou milhares de pessoas em um metro londrino que dançavam conforme a música que tocava no local. Muitas pessoas que estavam presentes usaram o seu celular para tirar fotos ou gravar vídeos sobre o que estava acontecendo, além de reunir milhares de dançarinos que treinaram mais de dois meses naquela estação nas madrugadas, quando o metro era fechado. Foram colocadas também câmeras escondidas em diversos lugares, como uma que foi posta dentro da maquina de refrigerante, que mostra todos os ensaios dos bailarinos além de mostrar a reação das pessoas no dia que a ação foi executada. Esse vídeo só foi mostrado no próprio site da empresa (mostrando o making-off da produção).

  



etc.
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